Criminalidade Brasil

Justiça absolve homem acusado de matar três mulheres em Ilhéus por falta de provas; MP-BA recorre

Decisão foi divulgada nesta semana; réu havia sido denunciado em janeiro de 2026 pelas mortes de três mulheres, encontradas sem vida em agosto de 2025, segundo veículos baianos.

Por Redação Fofoqueixon ·

Ilustração da editoria Criminalidade Brasil
Ilustração: Fofoqueixon (imagem ilustrativa da editoria, não retrata o fato)

A Justiça da Bahia absolveu, por falta de provas, um homem que havia sido denunciado pela morte de três mulheres em Ilhéus, no sul do estado. De acordo com o g1, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) recorre da decisão. Parte da imprensa baiana afirma que o réu havia confessado o crime.

O caso

Segundo o g1, Alexsandra Oliveira, Maria Helena e Mariana Bastos foram achadas sem vida em agosto do ano passado. O Acorda Cidade informa que as três mulheres foram mortas a facadas na Praia dos Milionários, em agosto de 2025.

O g1 relata que Thierry Lima da Silva foi denunciado em janeiro de 2026. O site informebaiano afirma que ele foi o acusado absolvido.

A decisão

Segundo o Acorda Cidade, a sentença apontou ausência de provas. O Interior da Bahia informa que a decisão foi motivada pela falta de provas técnicas que comprovassem a participação do réu no crime. O informebaiano afirma que a sentença foi proferida em 8 de outubro, mas só se tornou pública depois, e o Interior da Bahia registra que a medida foi divulgada na terça-feira (3).

O Ministério Público da Bahia recorreu da absolvição, conforme o g1 e o Interior da Bahia.

O que ainda não está claro

As fontes consultadas trazem apenas títulos e resumos. Por isso, não há detalhes sobre a fundamentação completa da sentença, sobre o motivo pelo qual a confissão atribuída ao réu não foi suficiente para a condenação nem sobre o conteúdo do recurso do MP-BA. A reportagem não localizou, nesse material, manifestação da defesa.

Como houve recurso, o caso ainda pode ser reanalisado pela instância superior. A absolvição não encerra, portanto, a discussão judicial sobre as mortes. O acusado deve ser tratado como inocente enquanto não houver condenação definitiva.

Fontes

  1. deolhonacidade.net

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