PF e Receita deflagram Operação Ifrit contra grupo ligado ao PCC com atuação em MS e outros estados
Ação desta quarta-feira (4) mira organização apontada como ligada ao PCC; manchetes citam Ponta Porã (MS), movimentação de R$ 500 milhões e ramificações em Rondônia

A Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram nesta quarta-feira (4) a Operação Ifrit, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa ligada ao PCC, segundo o portal Agora Litoral. De acordo com a publicação, o grupo atuava no Paraná e em outros seis estados brasileiros.
A repercussão da operação em Mato Grosso do Sul aparece em manchetes de outros veículos. O Cenário MS informou que a ação da PF mira um grupo de Ponta Porã que teria movimentado R$ 500 milhões com tráfico de drogas e corrupção policial. O portal Paipee também citou a movimentação de R$ 500 milhões em dois anos e descreveu a facção como ligada ao PCC.
Já o jornal O Alto Acre noticiou que a PF deflagrou a Operação Ifrit contra uma facção transnacional com ramificações em Rondônia. O Campo Grande News, por sua vez, publicou que a operação expõe o desafio da segurança pública em Mato Grosso do Sul.
O que ainda não está claro
Os materiais disponíveis até o momento trazem apenas títulos, resumos e um texto parcial. Por isso, não há detalhes confirmados sobre o número de mandados cumpridos, a quantidade de presos, a identidade dos investigados ou a forma como policiais teriam sido envolvidos, como sugere a manchete do Cenário MS.
Há ainda diferença de enfoque entre as fontes quanto ao valor: o Agora Litoral descreve o esquema como "bilionário" de lavagem de dinheiro do tráfico, enquanto outras publicações citam R$ 500 milhões. Os números ainda dependem de esclarecimento oficial.
Todas as pessoas citadas como alvo da investigação são consideradas suspeitas, e as acusações partem das autoridades responsáveis pela operação. A matéria será atualizada conforme a divulgação de informações oficiais pela Polícia Federal.