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Sinetram diz que novas recargas do Passe Livre em Manaus dependem de repasses

Sindicato afirma aguardar providências de órgãos públicos para cumprir decisão da Justiça que mandou restabelecer o benefício estudantil em 24 horas.

Por Redação Fofoqueixon ·

Ilustração da editoria Regionais
Ilustração: Fofoqueixon (imagem ilustrativa da editoria, não retrata o fato)

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) afirmou nesta quinta-feira (5) que a liberação de novos créditos do Passe Livre Estudantil em Manaus depende do recebimento dos valores correspondentes. As informações são do g1.

Em nota enviada à imprensa, a entidade disse que aguarda providências dos órgãos públicos para cumprir a decisão judicial que determinou o restabelecimento do benefício.

Decisão da Justiça

A manifestação do sindicato ocorre depois de a Justiça do Amazonas determinar, na quarta-feira (4), que o Sinetram restabeleça o sistema de recargas e o Passe Livre Estudantil em toda a rede de transporte coletivo da capital, no prazo de 24 horas. Segundo o BNC Amazonas, a determinação atende a um pedido da Defensoria Pública e prevê multa diária de R$ 50 mil, com o prazo contado a partir da intimação do sindicato.

O que diz o sindicato

De acordo com o Sinetram, o sistema de bilhetagem eletrônica continua funcionando normalmente. Porém, a disponibilização de novos créditos está vinculada ao recebimento dos recursos financeiros destinados ao pagamento das passagens.

A entidade afirma que essa condição é necessária para garantir o controle e a segurança das operações. O sindicato também sustenta que os mecanismos de liberação dos créditos não podem ser alterados unilateralmente por ele.

Impasse segue

Outros veículos locais registram o tema nesta quinta. Pelos títulos, o Amazonas Atual e o Estado Político relataram que o sindicato alega impedimento técnico, e o Portal Valor Amazônico apontou que o passe livre segue em impasse mesmo após a ordem judicial. A Crítica noticiou que a ocupação de estudantes na Assembleia Legislativa (Aleam) passou de 24 horas e que o Sinetram cobra a Prefeitura e o Governo.

Fontes

  1. g1

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