TJPB nega recurso e mantém prisão preventiva de Hytalo Santos e Israel Vicente
Câmara Criminal analisou pedido de soltura da defesa nesta terça-feira (3); decisão foi unânime, segundo veículos da Paraíba. Caso apura produção de conteúdo envolvendo adolescentes.

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) negou o recurso da defesa do influenciador Hytalo Santos e de seu marido, Israel Vicente, e manteve a prisão preventiva da dupla. O julgamento ocorreu na terça-feira (3), segundo o g1 e outros veículos.
O que foi analisado
De acordo com o g1, o colegiado analisou o pedido de soltura apresentado pela defesa, que buscava revogar a prisão preventiva. Segundo o Polêmica Paraíba, a Câmara Criminal rejeitou o recurso por unanimidade, mantendo a prisão dos influenciadores, identificados no texto como Hytalo Santos e Israel Natã Vicente.
O caso
Segundo o Metrópoles, os dois foram presos preventivamente em um caso que apura a produção de conteúdo pornográfico envolvendo adolescentes. Por se tratar de investigação que envolve menores, a reportagem não os identifica. Hytalo Santos e Israel Vicente são investigados e, até onde as fontes consultadas informam, não há condenação definitiva.
De acordo com o Camaçari Notícias, a dupla permanece detida em João Pessoa. O Brasil 247 informa que os dois seguem em presídio da capital paraibana.
Suspeita de fuga
O portal Repórter PB afirma que a suspeita de tentativa de fuga para São Paulo pesou no julgamento. Os detalhes dessa suspeita não foram apresentados nos trechos disponíveis das fontes consultadas.
Divergência de termos
Alguns veículos, como o Portal Correio e o Brasil 247, usam o termo "condenados" ou falam em "condenação". Os demais, entre eles g1, Metrópoles e Bossa News, tratam a situação como prisão preventiva, ou seja, medida cautelar tomada antes de eventual sentença. Esta matéria adota a descrição de prisão preventiva.
A defesa buscava reverter a situação prisional do casal, segundo o Bossa News, mas não obteve êxito. As informações sobre os fundamentos completos da decisão não constam nas fontes consultadas.